Cada vez mais os museus se apropriam das novas tecnologias para entrar em sintonia com seu público. Um público cada vez mais virtual, que utiliza as redes sociais como referência para programar encontros, passeios, viagens. Através das redes sociais locais são selecionados, curtidos, tuitados, compartilhados, recomendados. O museu, ao participar dessas redes sociais, está se inserindo em comunidades que, de outra forma, não seriam alcançadas, tocadas. Através da internet várias comunidades, grupos sociais interagem, e o museu participa dessa interação, seja pelo Facebook, Twitter, YouTube, Blogs, Instagram. Os museus podem divulgar seu conteúdo institucional, sua programação, exposições, palestras, seminários, através das várias plataformas existentes, cada uma com suas particularidades . Pode ainda ter resposta imediata ao interesse do público por determinados assuntos, aceitação de certas temáticas, sugestões de exposições.
Um grande problema a ser superado pelos museus, principalmente os de pequeno porte, seja talvez, como manter esse canal aberto e atualizado, já que esse tipo de comunicação é extremamente dinâmica, ágil e não dorme nunca! Cada museu precisa estabelecer quais critérios e quais plataformas se adequam às suas necessidades, orçamento, disponibilidade de pessoal e objetivos. O museu deve avaliar como quer se manter nas redes sociais, se é participando de todas as plataformas ou se é elegendo as que melhor atendem ao seu público e os objetivos do museu.
Senra, Sandra; Museus nas Redes Sociais. Guia básico para uma futura co-participação sustentável. Mouseion. http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/66350
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