domingo, 8 de dezembro de 2013

Alices
Nesta sexta, dia 06 de dezembro,  visitamos a exposição das colegas da Museologia, Alices: Cenários de Vida e Arte. Tudo muito lindo e bem apresentado. A turma está de parabéns pela exposição.










Acessibilidade
O assunto do momento é acessibilidade. Todas as instituições correndo contra o tempo e as verbas para se adequarem as normas e leis vigentes.
Mas ele deveria ser assunto “do momento” ou deveria ser pensado como um recurso indispensável e inseparável das políticas de ações culturais, do presente e do futuro?
Muitos projetos são feitos para adequação dos locais como forma de inclusão de pessoas com necessidades especiais. Essa adequação deveria ser pensada como necessidade para todas as pessoas, pois cada um tem um modo diferente e particular de ver, ouvir, sentir e se apropriar de um local, de um espaço. Assim como o cadeirante, crianças que estão aprendendo a caminhar e idosos necessitam de rampas e elevadores para se locomover. Assim como as pessoas com deficit de visão, as crianças sentem necessidade de tocar, sentir os objetos.
A acessibilidade deve ser pensada de forma a incluir todas as pessoas, principalmente dando liberdade e independência a todos, independente da sua condição física e mental. A acessibilidade tem que ser em todos os aspectos da vida cotidiana da pessoa e não só museu, banco, restaurante. O acesso deve estar incluído em projetos como forma de permitir que toda e qualquer pessoa possa frequentar e interagir em qualquer ambiente, tanto cultural como ambientes públicos e privados.
Identidade
Ao longo deste semestre trabalhamos a nossa identidade.
Mas o que isto realmente significa?
Temos como identidade algo imutável, estático. Mas na realidade estamos moldando e incorporando hábitos, lendas, tradições o tempo todo. A identidade é um fator totalmente dinâmico. Conforme vamos nos comunicando e interagindo com a comunidade que nos cerca, nos apropriamos de valores e comportamentos que incorporamos à nossa identidade. Construímos, por vezes, mitos e tradições em torno de um tipo característico que julgamos ser o nosso ideal. Tudo isso para despertar, incentivar e valorizar o nosso sentimento de pertença a um grupo, uma comunidade. Tornamos então, essa identidade, o nosso ideal, e através dela vemos o outro. Mas também nos vemos, nos sentimos no olhar do outro, é ele que nos delimita, nos identifica. A nossa identidade, portanto, é algo maior que nos mesmos, é o nosso cartão de visitas, nosso passaporte, nossa forma de ver e interpretar o mundo ao redor.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Museus e Redes Sociais

                    Cada vez mais os museus se apropriam das novas tecnologias para entrar em sintonia com seu público. Um público cada vez mais virtual, que utiliza as redes sociais  como referência para programar encontros, passeios, viagens. Através das redes sociais locais são selecionados, curtidos, tuitados, compartilhados, recomendados. O museu, ao participar dessas redes sociais, está se inserindo em comunidades que, de outra forma, não seriam alcançadas, tocadas. Através da internet várias comunidades, grupos sociais interagem, e o museu participa dessa interação, seja pelo Facebook, Twitter, YouTube, Blogs, Instagram. Os museus podem divulgar seu conteúdo institucional, sua programação, exposições, palestras, seminários, através das várias plataformas existentes, cada uma com suas particularidades . Pode ainda ter resposta imediata ao interesse do público por determinados assuntos, aceitação de certas temáticas, sugestões de exposições. 
                    Um grande problema a ser superado pelos museus, principalmente os de pequeno porte, seja talvez, como manter esse canal aberto e atualizado, já que esse tipo de comunicação é extremamente dinâmica, ágil e não dorme nunca! Cada museu precisa estabelecer quais critérios e quais plataformas se adequam às suas necessidades, orçamento, disponibilidade de pessoal e objetivos. O museu deve avaliar como quer se manter nas redes sociais, se é participando de todas as plataformas ou se é elegendo as que melhor atendem ao seu público e os objetivos do museu.

 Senra, Sandra; Museus nas Redes Sociais. Guia básico para uma futura co-participação sustentável.  Mouseion. http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/66350

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Olá, pessoal !! A Defender - Defesa do Patrimônio,  está arrecadando assinaturas para que seja realizado novo concurso público para preencher as vagas em aberto no IPHAN. O quadro de funcionários está bem defasado em função de aposentadorias e exonerações e as fiscalizações acabam prejudicadas por falta de pessoal. Vale a pena conferir.http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=iphanbr

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Bar Naval

Este é o Bar Naval que a Profª Zita falou. Que beleza



Patrimônio

               O Patrimônio cultural de uma comunidade é o que a une, diferencia,  lhe dá identidade e o sentimento de pertencer a um grupo. Através de suas comemorações, das pessoas, dos lugares, casas, lendas, cria-se um vínculo que é partilhado pela comunidade e transmitido aos seus moradores e descendentes. Mas esse sentimento precisa ser partilhado e compartilhado com todos os representantes dessa comunidade, ela precisa reconhecer-se e sentir-se representada através desse patrimônio.A comunidade precisa ser esclarecida para que seja um multiplicador dessas ações de conservação e recuperação desse patrimônio, e não se sinta prejudicada ou usada. Esta é uma questão que precisa ser levada às escolas, associações de bairro, à comunidade civil como um todo, para que haja uma apropriação dessas pessoas em relação ao seu patrimônio, tanto material quanto imaterial.
             O caso abaixo nos mostra uma situação onde, tanto a comunidade como os órgãos públicos não se entendem e a falta de comunicação entre eles traz prejuízos para toda a comunidade.
http://defender.org.br/2013/09/02/proprietarios-espalham-cruzes-na-frente-da-prefeitura-em-protesto-contra-tombamento-de-imoveis/